Aquele Ministério, o da Educação, tem coisas que nos fogem a compreensão, a começar por 100 mil livros escolares destruídos num pretenso acidente de viação em Nampula e que serviriam para os petizes dos distritos de Mogincual e Liúpo, passando pelos 4 exames da 9ª Classe cancelados por fraude.
Em relação aos 100 mil livros perdidos nas chamas do dito acidente, o porta-voz da Direcção Provincial da Educação e Cultura, Faruk Carimo, assegurou menos de um mês depois, que todo o material didáctico consumido pelo fogo, espoletado pelo acidente de viação, já tinha sido reposto.
A verdade é que ninguém viu nota de concurso público para a produção dos benditos 100 mil livros; e em relação aos exames basta dizer que estas fraudes costumeiras são cíclicas e não são benéficas para aferir a qualidade da nossa Educação e não patrocinam a valorização dos nossos diplomas.
Por unanimidade e para que a Educação seja exemplo na lisura e integridade, espetamos o Galaroz Educação aos eventos sobre os livros escolares e os exames fraudulosos.

