À medida que viajo por via aérea, tenho passado por um “pesadelo” só de pensar que, de alguma forma, terei de me dirigir aos sanitários espalhados em todos os aeroportos nacionais, a começar pelo Aeroporto Internacional de Maputo. Na verdade, o que acontece é que a higiene ou, se preferir, a limpeza deixa muito a desejar, mesmo para quem queira fazer necessidades menores. Se em alguns aeroportos o cheiro nauseabundo exala logo à entrada, nos outros já nem digo, pois, se você fecha as narinas e entra, quando chega aos urinóis é preciso grande sacrifício, porque ou é urina a transbordar, caso não é água a gotejar porque as torneiras estão avariadas. Há dias tive que viajar a Nampula, ido de Maputo, e durante o voo fiz questão de não beber água para não ter que ir aos sanitários. Até aqui tudo tranquilo, contudo, após o desembarque tinha mesmo que passar, pelo menos, pelo sanitário para satisfazer uma das necessidades biológicas básicas, que é urinar. Para além da fila a que fui submetido dada a avalanche de passageiros, chegada a minha vez um dos urinóis estava a jorrar água sem interrupção, o outro entupido. Que fazer nesta situação perguntei aos meus botões que me aconselharam a procurar o próximo já à saída do aeroporto. Depois de me aliviar aproximei-me a um dos homens da limpeza e perguntei sobre o porquê daquela situação. Leia mais…
Quem socorre os viajantes pelos aeroportos?
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