O Presidente da República, Daniel Chapo, afirmou ontem que a formação especializada constitui uma das principais armas do Estado moçambicano no combate aos crimes emergentes e às ameaças à ordem e segurança públicas, defendendo uma Polícia profissional, disciplinada e próxima das comunidades, durante o encerramento do Sétimo Curso de Sargentos da Polícia em Ciências Policiais, realizado na Escola de Sargentos da Polícia Tenente-General Oswaldo Assahel Tazama (ESAPOL), no distrito de Nhamatanda, província de Sofala.
Na sua intervenção, proferida na qualidade de Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança (FDS), o Chefe do Estado sublinhou que o curso concluído representa um marco concreto da visão do Governo para o reforço das capacidades institucionais da Polícia da República de Moçambique (PRM), num contexto regional marcado por desafios complexos à segurança.
“Como é de domínio público, nos últimos tempos, a região austral,onde Moçambique faz parte, tem sido palco de muitos eventos ameaçadores da ordem e tranquilidade públicas”, afirmou o Presidente Chapo, apontando fenómenos como raptos, tráfico de seres humanos e de órgãos humanos, crimes cibernéticos, branqueamento de capitais e terrorismo como ameaças directas ao desenvolvimento do país.
O estadista moçambicano recordou que, na inauguração da sua governação, a 15 de Janeiro de 2025, assumiu o compromisso de apostar na capacitação técnica e científica das forças de segurança, sublinhando que “este curso, cujo encerramento hoje presenciamos, é uma das provas vivas da materialização desta nossa visão”.

