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“Renamo pode sair do xadrez político”

Por Jornal domingo

TEXTO DE MARIA DE LURDES COSSA

A Renamo anda numa crise interna profunda que tende a acentuar-se desde o final do ano passado. Os membros estão desavindos, perdeu o estatuto de maior partido da oposição, saindo de 60 assentos no Parlamento para os actuais 28 e, este ano, chegou a ter encerradas delegações distritais e provinciais, um pouco por todo o país, bem como a ocupação da sua sede, em Maputo, por mais de duas semanas, pelos antigos guerrilheiros, que só abandonaram o local com a intervenção da Unidade de Intervenção Rápida (UIR).

As razões para tamanha algazarra são várias. Pontua-se o descontentamento, quase que generalizado, dos membros e simpatizantes do partido em relação à actual liderança pela, alegada, má gestão do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR), assim como a marginalização dos veteranos da guerrilha e sua exclusão das principais decisões do partido.

partido. domingo ouviu alguns analistas políticos a propósito desta espiral em que está a Renamo e dizem ser urgente que o partido procure soluções para reverter este quadro, pois corre o risco de desaparecer do xadrez político moçambicano, apesar de ser um actor importante na construção da democracia. Leia mais…

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