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INATRO “aperta o cerco” na circulação rodoviária

Por Benjamim Wilson
  • Um “mar” de irregularidades detectadas a nível do transporte interprovincial

O Instituto Nacional do Transportes Rodoviários (INATRO) tomou a decisão de “apertar o cerco” à circulação rodoviária, perspectivando a adopção de medidas tendentes à redução da sinistralidade nas estradas.

O “mote” para a nova tomada de postura em relação ao trânsito prende-se com a ocorrência trágica de três acidentes verificados em períodos seguidos no início da semana passada.

No prosseguimento das investigações sobre as causas dos sinistros, uma equipa do INATRO, liderada pelo respectivo presidente do Conselho de Administração, Nelson Nunes, realizou sexta-feira uma acção de monitoria. Escalou sucessivamente o Terminal Rodoviário da Junta e o Posto de Controlo Rodoviário de Nhongonhane, no distrito de Marracuene, acção que incluiu o Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique, através do Departamento de Trânsito.

No final das investigações preliminares, o quadro diagnosticado não é nada de maravilhoso, segundo deu a conhecer em jeito de balanço, Nunes. Sabe-se que, na semana passada, pelo menos 35 pessoas perderam a vida e 13 ficaram feridas quando viajavam em transportes semi-colectivos em plena Estrada Nacional Número 1, sendo certo que 24 morreram no local de um dos sinistros.

REINO SEM ROQUE

No que diz respeito ao terminal da “Junta”, há muito “pano para manga” como se costuma dizer. Foi possível detectar que existe um terminal público, cujo controlo até é considerado eficaz, contudo, ao seu redor, operam pelo menos quatro pontos de carregamento informais, ou seja, os operadores não são reconhecidos, tanto pelas associações de transportadores, como pelos gestores do terminal. Confusões entre a

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