TEXTO DE CUSTÓDIO MUGABE
Funcionários das Alfândegas, despachantes aduaneiros e outros implicados no crime de tráfico de 644 pontas de marfim vão a julgamento a partir da próxima terça-feira, no Tribunal Judicial da Cidade de Maputo. O Ministério Público entende que os arguidos e suspeitos orquestraram tudo ao pormenor para ganhar dinheiro ou tirar outras vantagens ilicitamente, incluindo usar documentação de um falecido para registar a empresa que exportaria a mercadoria ao Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
Ao tribunal vão apresentar-se oito arguidos porque os outros sete suspeitos não foram localizados para interrogatório durante a instrução processual.
Os oito detidos são: Pedro Lopes Uaciquete Guilamba (responsável pelo scanner), Cremildo Simião Bernardo Langa (responsável pela examinação), Gildo Licetiano Ussaca (chefe da porta 1), todos funcionários das Alfândegas; Dércio Agostinho Ngoca, ajudante de despachante; Jefre Bernabé Nhaca, aspirante aduaneiro; Luís Dias Tivane, despachante aduaneiro; Zefanias Simeão Tamele, membro da Polícia de Protecção de Recursos Naturais e Meio Ambiente, e Rossana Achirafo Abdula, funcionária do Posto de Inspecção Fitossanitária do Porto de Maputo da Direcção Nacional da Sanidade Agro-pecuária e Biossegurança.
Não foram localizados os suspeitos Amiel Sebastião Sitoe, despachante aduaneiro, João Sacramento do Céu, Paulo Alberto Chivite Chivure, Rui Inácio Mabote, Bonifácio José Mazivila, Edgar Sebastião Saguate e Rui Paulo Rodrigues Pereira Nogueira, representante da empresa AGXLOGISTIC SU, Lda (ver texto abaixo). Leia mais…

