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A teoria do caos ou o refúgio da baderna

Por Jornal domingo

Não há nada como apanhar um “chapa” para nos indispormos, desalinhar a roupa e, sobretudo, a mente. Saímos de casa a titubear “esta vida é uma ressaca”, daqueles rapazes simpáticos, os “Rockfellers”, e descobrimos, por cima desta babalaze quotidiana, um mundo à parte, mais concretamente um reino cheio de gritarias, de blasfémias e de grosserias.

Bula-Bula confessa que está preocupado com a falta de urbanidade nos transportes semicolectivos de passageiros, os famigerados “chapa-100”, mas ainda mais preocupado com a impunidade de um amontoado de crimes e infracções que se cometem naquele covil de baderneiros que, vez a outra, dá voz e substância às manifestações do “povo no poder”, o tal anarquismo que conhecemos da maneira mais boçal.

Os motoristas deste reino não precisam de ter carta de condução que os valha, nem que seja uma habilitação mínima, destinada a viaturas ligeiras, como esta que Bula-Bula porta para exibição. O que ele precisa de saber é onde fica o acelerador do veículo, o resto, incluindo o travão, logo se vê. Por seu turno, o cobrador, o elemento mais importante da temível tripulação, além de se lhe exigir o domínio de um extenso vocabulário de Leia mais…

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