TEXTO DE DALTON SITOE
Otrabalho desenvolvido desde 2018, em Moçambique, com vista à introdução de variedades de milho biotecnológico (Bt) junto dos agricultores, foi enaltecido durante a II Conferência Africana sobre Tecnologias Agrícolas (ACAT), realizada recentemente na cidade de Kigali, no Ruanda.
Esta iniciativa de âmbito continental, denominada “Tela Maize”, é liderada pelo Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM), que, com base em evidências científicas, desenvolveu diversas variedades e conduziu ensaios de cinco delas nas províncias de Maputo, Gaza, Manica, Tete, Nampula e Niassa, tanto em épocas quentes como frias.
Os resultados obtidos permitiram concluir que três a quatro das cinco sementes geneticamente modificadas demonstraram tolerância ao stress hídrico, resistência às brocas e, em certa medida, à lagarta do funil. Estes avanços estiveram em destaque, recentemente, no “stand” de Moçambique na ACAT, onde o Alto-Comissário do país no Ruanda, Amade Miquidade, inteirou-se do ponto de situação da adopção da tecnologia. Leia mais…

