Texto de Custódio Mugabe
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À semelhança do sucedido nos últimos anos, a Liga Moçambicana de Futebol (LMF) está a fazer um verdadeiro jogo de cintura para garantir a logística financeira do “Moçambola”, encarecido devido ao transporte aéreo e novas taxas introduzidas pelas Linhas Aéreas de Moçambique, um dos parceiros da LMF.
Nos acordos celebrados, anualmente, entre a LMF e as LAM, a transportadora patrocina o campeonato através da redução do custo das passagens, pelo que, muito dinheiro disponibilizado por empresas como CFM ou Sdandard Bank, é aplicado no transporte aéreo dos clubes.
No caso concreto do ano passado, a Liga Moçambicana de Futebol encontrou nas transmissões televisivas, através do contrato de patrocínio com a Zap, uma fórmula para garantir o campeonato, numa altura em que empresas como EMOSE, ENH ou mcel revelavam-se impotentes para continuar a fazer a sua parte devido à conjuntura económica nacional e internacional.
A LMF sentiu que vale a pena continuar a fazer o negócio das transmissões televisivas e, em finais do ano passado, lançou um concurso público para que canais nacionais e internacionais submetessem as suas propostas mediante o caderno de encargos disponibilizado.

