Texto de Pedro Nacuo, em Nampula

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A semana que terminou testemunhou a realização do II Congresso do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), em Nampula, cujos partidários consideram-no frutuoso por ter podido alcançar os objectivos previamente definidos, não tendo, porém, disfarçado o ambiente que se vive naquela municipalidade pelo assassinato do seu presidente, Mahamudo Amurane, a 4 de Outubro, que deixou sérias fissuras no seio da terceira maior força política no país.

Foi indisfarçável a ausência total dos vereadores, ora sob a gestão do partido que esteve em Congresso, bem assim de alguns membros destacados dos órgãos seniores, como seja a Comissão Política e o Conselho Nacional, para além de ter sido visivelmente diminuto o número de delegados da província anfitriã quando comparado, por exemplo, com a de Sofala.

A conhecida Maria Moreno, vereadora de Nampula, assumindo a área de Recursos Humanos e única que acumula com a função de membro da Comissão Política, terá sido a ausência de vulto que deixou boquiabertos os interessados na coesão do partido.

Faizal Ibraimo, chefe do gabinete do presidente do conselho municipal, referindo-se a Maria Moreno, disse ao nosso Jornal que ela é humana, está revoltada com a forma como o nosso presidente foi morto, no Congresso seria como se estivéssemos a celebrar algo.

A vice-presidente de Mesa da Assembleia, por alturas da constituição do MDM, há oito anos, tendo vindo depois a ser membro do Conselho Nacional, Ramadan Charamadane, também, pelas mesmas razões, pautou pela ausência no Congresso realizado a oito quilómetros do centro da capital provincial.

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