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Apesar  destes sucessos visíveis, o Presidente Guebuza é alvo, nestes últimos tempos, de uma crítica cerrada. Como explica esta situação paradoxal?

A crítica é necessária, é boa e bem-vinda, pois ajuda  a corrigir rumos quando é feita de forma construtiva, mas quando é feita de forma diabólica e de má fé, ela deixa de ter sentido, mérito e valor que uma crítica e um crítico merecem. Há seis razões fundamentais que levam a que haja esta corrente minoritária  de crítica destruidora. Primeiro, é que  o  patamar de sucesso da governação do Presidente Guebuza causa inveja a certos segmentos. Aliás, o sucesso, que estamos a alcançar na luta contra pobreza, não agrada a alguns, que embora não o digam publicamente, não estão interessados no sucesso dos moçambicanos. São pessoas que tiram proveitos da situação da pobreza, vivem da pobreza dos moçambicanos. Daí que lutam para desencorajar os moçambicanos para que tenham medo e vergonha de combater a pobreza, e de celebrarem as suas conquistas.

Segundo, tem a ver com o sucesso do 10º Congresso, que é também sucesso do Presidente Guebuza, que surpreendeu  e incomodou certos segmentos que estão interessados na fragilização da Frelimo e esperavam que do Congresso, o Presidente saísse fragilizado e a própria Frelimo saísse enfraquecida  e dividida. Porém, foi o contrário. A Frelimo saiu mais forte e unida. Terceiro, tem a ver com a existência de algumas pessoas que são pagas para falar mal do Estado, dos seus órgãos e particularmente do Chefe do Estado. Estes alienam a sua própria consciência  e  a sua auto-estima e só vivem maldizendo o Estado. Não podem reconhecer os sucessos, porque senão perdem o contrato, como um jornalista me contou que tinha que falar mal da governação  para garantir a continuidade do financiamento, porque não seria visto como independente se reconhecesse  os sucessos em curso. Para estes, ser independente, é falar mal do Governo, diabolizar os titulares dos órgãos do Estado.

Quarto, existem alguns sectores que estão interessados  em importar manifestações violentas que possam desestabilizar o Estado moçambicano. Estes esforçam-se em criar inveja, mentiras, boatos e ódio entre os moçambicanos, para ver se criam revolta dos moçambicanos contra os próprios moçambicanos, para a partir disso atingirem seus fins. São pessoas que só  podem singrar, realizar as suas agendas, num estado de  desordem e de caos, com a auto-flagelação dos moçambicanos. Quinto, tem a ver com a ignorância, pois, alguns arremessam as críticas, mas não conhecem o país real. Só conhecem o Moçambique das suas percepções, construído negativamente por eles próprios, um Moçambique virtual, do seu ecrã. São pessoas que não sofreram na pele com o colonialismo, nem eles, nem as suas famílias. Não sofreram durante a guerra de desestabilização, nao conhecem qual é a dinâmica da vida fora do seu ecrã. Conhecem a pobreza apenas pelas leituras. Não vê o desenvolvimento como um processo dinâmico, como um filme, mas sim como uma fotografia. Sexto, tem a ver com o contexto das eleições e da transição, pois a sectores que estão interessados no poder, ou em influenciar o poder, usam para isso todos os expedientes, incluindo diabolizacão de processos políticos, processos eleitorais, instruções e até pessoas. Há quem pense que as eleições e a transição sejam uma oportunidade para assaltar o poder, ou desestabilizar ou desacreditar o Estado, o Partido que forma e dirige o Governo, e os titulares dos órgãos do Estado e do próprio Partido, sendo o Chefe do Estado, também, e sobretudo,  o mais visado, para  tentar fragilizar a sua liderança, tentar corroer a sua autoridade  e daí a sua magistratura. Tem o objectivo de minimizar a sua obra. Contudo, o povo moçambicano está satisfeito com  a obra do Presidente Guebuza, pois mudou o nosso país e as nossas atitudes. O povo está  orgulhoso do Presidente Guebuza, pois os sucessos da sua governação deixam um grande legado para os moçambicanos.

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Dinamarca 5,09 5,12
Inglaterra 51,59 51,89
Noruega 4,43 4,45
Suécia 4,07 4,10
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Fonte: Banco de Moçambique

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