Nosso reencontro não é de lágrimas

- PR nas comemorações do 45.º aniversário do Massacre de Wiriamu

O Presidente da República, Filipe Nyusi, disse ontem no povoado de Wiriamu, no distrito de Changara, em Tete, que o reencontro não era para lágrimas, embora teimem em cair, mas sim inscrever os dados heróicos nas páginas da história moçambicana.

Intervindo na inauguração do monumento alusivo aos 45 anos do Massacre de Wiriamu, o Chefe do Estado afirmou que a dor foi transformada em força, valorizando, desta feita, a entrega e dedicação dos moçambicanos à causa da liberdade.

Esta pátria deve ser defendida porque custou sacrifícios de homens e mulheres honestos e leais a ela,defendeu o Presidente da República.

Depois de uma visita ao monumento erguido em memória dos cerca de 400 moçambicanos que, a 16 de Dezembro de 1972, foram massacrados em quatro povoados da localidade de Wiriamu, Filipe Nyusi disse que o acto ocorreu na altura em que a guerra de libertação nacional entrava na sua fase decisiva.

O Monumento de Mártires de Wiriamu simboliza outros actos bárbaros contra o povo moçambicano pelo regime colonial português em vários pontos do país, apontou.

BERNARDO CARLOS

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