Chupa-sangue ou desinformação?

O número crescente de estórias absurdas, diariamente, reportadas em diversos pontos de Moçambique é prova inequívoca de que o país tem ainda grades desafios no que diz respeito à educação da população para estar à altura de separar o trigo do joio.

Samora Machel, o primeiro Presidente de Moçambique, já havia dito e não à toa que é preciso “Fazer da escola uma base para o povo tomar o poder”. São palavras sábias de quem, há muito tempo, tinha visto que a educação é a tal “conditio sine qua non” (condição sem a qual) nenhum país pode sonhar com o desenvolvimento. Aliás, é por isso que a educação é um direito constitucionalmente consagrado.

Infelizmente, os mais recentes relatórios da UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura –dão conta que cerca de metade das crianças que, por várias razões, não frequentam uma escola está na África Subsaariana, região da qual Moçambique faz parte. 

António Mondlhane

 

amondlane@hotmail.com

Editorial

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