A arte de não ver o que todos vêm(1)

Na véspera da apresentação do ESTADO DA NAÇAO, pelo Presidente da República, que a crítica diz ter sido fiel ao real momento por que passa Moçambique, ao não fugir dos fracassos e sucessos que colectivamente conseguimos, numa só frase- desafiante, mas encorajador- um outro estado da nação tinha sido apresentado.

Duas organizações da chamada sociedade civil encarregaram-se de fazer a sua análise da actual situação do país e não havendo por onde se pegar com fins críticos e de criticar (no sentido de corrigir), buscou aonde pudesse doer para que ainda prevalecesse a razão da sua (dessas organizações) própria existência.

Pedro Nacuo

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