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A empresa de telefonia móvel mCel (Moçambique Celular) acaba de ser eleita Melhor Marca de Moçambique, na categoria de Operadoras Móveis, no âmbito da 4ª edição da pesquisa promovida pela

“Intercampus do Grupo GfK”, visando analisar as marcas com melhor inserção no mercado nacional, através de um inquérito geral à população residente em Moçambique.

A pesquisa que conferiu o referido prémio à mCel representa o maior esforço até hoje feito em termos de alargar o estudo a um número recorde de 45 sectores, compreendendo a avaliação de 372 marcas a nível nacional.

Refira-se que a mCel, que festeja este mês 15 anos da sua existência,é a única operadora de telefonia móvel com mais de 5 milhões de clientes; 100 por cento de cobertura distrital e presença em 64 por cento dos postos administrativos, isto até meados do mês de Agosto do corrente ano.

Na semana passada, foi igualmente atribuída à mCel o estatuto "Superbrands 2012" numa avaliação feita com base em metodologia internacional, onde a mcel foi também reconhecida por profissionais do sector como uma das super marcas moçambicanas.

Na ocasião, Benjamim Fernandes, director de Marketing e Vendas da mCel, referiu que "o prémio representa a excelência na área de telefonia móvel e, acima de tudo, o reconhecimento do trabalho de todos os trabalhadores da mCel, que tem por objectivo satisfazer continuamente as necessidades dos clientes".

Opinião

Nyusi: O FAROL

Parece-me – para não afirmar que o é – razoável o argumento avançado no jornal domingo por um articulista, o qual defende que, por força do contexto que o país está a viver, há necessidade de distinguir uma linha divisória de acção entre o Presidente da República e do Partido. Isto é, um cidadão a zelar pelos interesses superiores da nação, sem carregar nos ombros a responsabilidade de dar a cara pelo programa partidário. Efectivamente, o articulista alega que o Presidente, aliviado da carga de ser também o farol do Partido, terá mais tempo para discernir os melhores caminhos de gestão para a máquina burocrática do Governo.

Uma situação que merece ser investigada

Os números são elevados. Extremamente altos. Até parecem irreais. Mas, ao que tudo indica são verdadeiros. Quem os divulga é o jornal “Notícias” do passado dia 16 (página 3), que titula Vinte e três pessoas presas por roubo de viaturas. Logo a seguir, escreve o matutino que Vinte e três indivíduos pertencentes a 12 quadrilhas de malfeitores foram detidos nas últimas três semanas pelas autoridades policiais na cidade de Maputo indiciados de envolvimento no roubo de viaturas com recurso a armas de fogo.

Uma lição para Dhlakama aprender

A prisão de António Muchanga, por mais ruído que possa ter criado pela forma como esta ocorreu, todos concordam que a mesma peca por tardia. Em Moçambique existe um unanismo quanto à necessidade de uma musculação do estado de Direito, sempre que estão em causa valores que ferem a segurança do estado.

ESTAREMOS JÁ PERANTE OS SINAIS DO FIM DOS TEMPOS?

"E o irmão entregará à morte o seu próprio irmão, e o mesmo fará o pai a seu filho. E os filhos se rebelarão contra seus pais e os matarão”. Marcos 13:12

Tabelas de Preços

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Taxas de Câmbio do Dia

Países Compra Venda
Estados Unidos 30,43 30,63
Àfrica do Sul 2,91 2,93
Swazilândia 2,91 2,93
Meticais por 1000 Unidades de Moeda
Malawi 75.14 75,63
Tanzânia 18,69 18,81
Zâmbia 5,87 5,91
Zimbabwe 80,50 81,03
Japão 297,84 399,79
Meticais por Unidades de Moeda
Canada 27,83 28,01
Dinamarca 5,62 5,66
Inglaterra 50,93 51,26
Noruega 5,10 5,13
Suécia 4,68 4,71
Suíça 34,43 34,66
União Europeia 41,98 42,26

Fonte: Banco de Moçambique

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