O Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, considerou que os debates havidos no VII Conselho de Monitoria do Ambiente de Negócio, realizado sexta-feira em Maputo, o fazem concluir que, apesar dos avanços registados, prevalecem desafios no âmbito do cumprimento das acções acordadas com o sector privado.

Esta posição é corroborada pelo presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Agostinho Vuma, embora considere que em 2018 houve um revés a este cenário favorável de implementação das reformas inscritas na Matriz Central de Prioridades de Reformas.

Intervindo em jeito de considerações finais, Carlos Agostinho do Rosário recordou que em 2018 entre as medidas tomadas pelo Governo para melhorar o ambiente de negócios destacam-se a revisão do Código do Registo Predial e o respectivo sistema de informação de registo e aprovação da Lei das Garantias Mobiliárias. 

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19.10.201Banco de Moçambique