Fortificaralimentos em cinco produtos essenciais no dia-adia dos moçambicanos foi a fórmula encontrada pelo Governo para que a criança adquira capacidades que a tornem um adulto saudável e com notável coeficiente de inteligência no futuro. Sem a fortificação está em jogo o futuro de gerações vindouras e, por que não, de um país.

É que se a criança não consumir, nos primeiros anos de vida, os nutrientes e vitaminas inseridas na fortificação industrial de alimentos, de nada valerá o esforço de inseri-la num programa de reaproveitamento futuro.

Por outras palavras, por mais que velha a criança, ou o futuro adulto, a alimentar-se de forma saudável, fora dos primeiros mil dias poderá não surtir qualquer efeito em termos de cognição, inteligência na captação de conteúdos escolares, pois nessa altura as circunvoluções cerebrais já estão formadas.

Volvidos quase três anos após a aprovação do decreto que determina a fortificação industrial de alimentos, nomeadamente as farinhas de trigo e de milho, óleo alimentar, açúcar e sal, domingo voltou à rua e ouviu dois dos principais intervenientes no processo para aferir o nível da implementação desta medida .

Texto de Francisco Alar
 
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