Hoje é dia 31 de Dezembro. É fim de ano. Amanhã, bem dentro de algumas horas, estaremos em 2018. Como é de praxe novas espectativas se acendem e os votos feitos são sempre para bons acontecimentos e conquistas. À semelhança da semana passada, domingo fez-se as ruas e ouviu o que cada um pretende para o ano que entrará em algumas horas.

Neldite João espera um 2018 melhor que 2017 e pretende alcançar grande parte dos seus sonhos, parte dos não concretizou neste prestes a findar. Quer ter uma vida estável financeiramente e consiguir sempre superar todas as dificuldades.

Espero que seja um ano mais propício a negócio e que a taxa de câmbio reduza mais. 2017 foi um ano difícil financeiramente. A inflação subiu e tornou a vida cara. Espero que em 2018 as coisas sejam melhores neste aspecto”, declarou.

Na vida pessoal espera poder criar sua própria empresa e assim “ajudar o meu país a gerar emprego para cidadãos. E, claro, espero que a saúde esteja bem também. Sem ela nada acontece”.

Por seu turno Anabela Rungo afirmou esperar um 2018 mais produtivo. Com mais postos de emprego para tirar vários jovens que andam nas ruas sem nada a fazer. “Já na minha vida pessoal espero melhorar meu trabalho e sonho adquirir uma viatura melhor para facilitar-me nos meus afazeres. Sei que não será fácil, mas irei lutar”.

Acrescentou que “Moçambique tem que crescer e criar condições para a não dependência de países vizinhos até mesmo para coisas simples como alho, cebola. Nós temos muita terra, temos de investir nela para poderemos servir a nossa Nação”.

Vaina Mussalafo, empreendedora tem espectativas positivas para 2018: “Espero que 2018 seja um ano de finalização. Os dois anos anteriores, 2017 e 2016, foram de projeção das minhas perspectivas . Espero conseguir finalizar tudo que nestes dois anos consegui iniciar. Estou a tentar criar um grupo de micro empresa e actualmente só faltam alguns detalhes que espero que terminem para o ano”, frisou .

Vaina, que também pretende terminar a licenciatura em 2018, disse ainda que “2017 foi muito produtivo tendo em conta que participei de alguns concursos nos quais me sagrei vencedora. Foi um ano fantástico. Só espero o mesmo para 2018”.

Armando Vaquina disse igualmente ter boas perspectivas sobre o ano que vem, pois poderá implementar tudo que não conseguiu em 2017.

Conta que “pretendo um ano muito mais produtivo em termos académicos. Este que já está a terminar não foi péssimo mas não tive a minha melhor prestação. Tenho que voltar ao meu normal em 2018”.

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19.10.201Banco de Moçambique

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