Como é que avalia 2017?

Na contagem decrescente para o término de 2017 é altura de balanço, oportunidade para os leitores falarem na primeira pessoa sobre as suas conquistas e dissabores, quer ao nível pessoal, quer em geral.

Joana Penga, comerciante, considera que 2017 foi um ano de desafios porque a dada altura os preços de quase todos os produtos e serviços subiram. Destaque vai para energia, portagem, alimentos básicos e combustíveis. Acredita que só faltou subir o preço de “chapa”. O pior é que os preços já estão estáveis, mas não há dinheiro.

Segundo conta, o que atenuou o agravamento dos preços foi o aumento da produção, pois 2017 houve produtos frescos durante todo o ano e isso contribuiu para uma relativa estabilidade.

Como pontos positivos, Joana Penga aponta para o fim da tensão política entre a Renamo e o Governo. Já podemos viajar e produzir à vontade e isso é um bom sinal para os próximos anos. Além disso, parece que a criminalidade tende a reduzir, apesar de ainda se ouvirem relatos assustadores.

Como aspectos negativos, aponta os acidentes de viação que continuaram a matar gente. 

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