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              19.10.201Banco de Moçambique

              As notícias que nos chegam do Norte do país futebolístico não abonam a nosso favor. Depois de muitas denúncias e acusações não esclarecidas com propriedade pelos gestores do futebol, é do Norte do país que desabrocha a primeira história completa de compra e venda de resultados no futebol. E é uma história melindrosa tão-somente porque revela a podridão em que o nosso desporto está a chafurdar.

              Fala-se muito da verdade desportiva, e na justeza ela é fundamental para a concorrência saudável e a justiça nas diversas actividades desportivas. No entanto, quando o assunto é abordado, quer pelos treinadores, quer pelos atletas e/ou dirigentes desportivos, associam-no imediatamente a questões de erros de arbitragem – sobretudo no futebol. Os debates navegam invariavelmente por essas águas mas, pelos que nos é dado a ver pelos acontecimentos e pelos envolvidos no Campeonato Nacional de Futebol da II Divisão de Honra – Zona Norte, o assunto merece atenção especial e profunda.

              Recordemo-nos que há anos que se fala de corrupção no desporto com mais enfoque no futebol. Treinadores de nomeada já o fizeram a plenos pulmões mas tudo ficou sempre em águas de bacalhau por falta de provas ou falta de vontade em verificar a ocorrência dos factos relatados. São vários os processos sobre corrupção no futebol envolvendo sobretudo s árbitros.

              Evidentemente que um erro de arbitragem pode ter realmente grande importância, quando é determinante para o resultado final da modalidade em si e ou decidir o vencedor de uma competição. Mas isto não é corrupção; nesses casos o juiz tem que tomar decisões em segundos e, claro, o erro pode acontecer.

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