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        Texto de Benjamim Wilson
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        As necessidades de água no mundo vão aumentando à medida que o tempo passa. O recurso poderá vir a ser mais escasso devido às alterações climáticas e ao aumento da demanda resultante do crescimento populacional. Perante este cenário, os governos já se “mexem” para assegurar o fornecimento do precioso líquido considerado, pelos ambientalistas, como o “ouro” do século XXI. Em Moçambique estamos assim-assim.
        O recente anúncio pú-blico, pelas entida-  des moçambicanas des moçambicanas de gestão dos recur-sos hídricos, sobre a eventual redução da disponibi-lidade de água para o consumo humano constitui motivo de preocupação para todos.
        A juntar-se ao alarme so-bre o futuro sombrio, a “Ba-nanalândia”, uma empresa agrícola que opera na provín-cia de Maputo, veio a público anunciar a redução para me-tade da sua produção devido à escassez de água para a irri-gação, facto que ocorre desde Dezembro de 2016. 
        Depois de nos três últimos anos a seca, que atingiu a re-gião Sul de Moçambique e do continente, ter obrigado as autoridades a decretarem res-trições no uso de água, agora chega a informação de que a satisfação das necessidades em Maputo, Matola e Boane poderá reduzir na ordem dos 20 por cento.