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            19.10.201Banco de Moçambique

            Texto de Bento Venâncio

             

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            Em visita à “terra da boa gente”, o Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, disse que Moçambique devia comprar mais ambulâncias do que viaturas para a Polícia. O estadista destaca, assim, a necessidade de maior investimento na promoção da paz numa sociedade que não devia possuir marcas de guerra e de criminalidade.

            “Quando um vizinho não tem machamba, não trabalha, mas vive bem, temos de desconfiar dele”, disse em diferentes momentos de interacção com a população, ressalvando a necessidade de reforçar a vigilância no combate à criminalidade.

            “Pode ser esse vizinho que nos rouba a produção na machamba”, afirmou, acrescentando que todos somos chamados a lutar contra o crime.

            O acento tónico do discurso de Nyusi nos três comícios populares que orientou em Govuro, Massinga e Homoíne incidiu precisamente na luta contra a criminalidade no sentido de esta não minar o desenvolvimento do país.

            A visita do Chefe de Estado foi marcada pela inauguração de importantes infra-estruturas de interesse económico e social. Nyusi abriu ontem, pela primeira vez no distrito de Homoíne, a válvula de distribuição no sistema de abastecimento de água após ter inaugurado na última sexta-feira a subestação eléctrica de Massinga, no quadro de um projecto que consiste também na construção de uma linha de 140 quilómetros de 275 kv.

            Filipe Nyusi referiu que com a inauguração da Subestação de Massinga abrem-se sólidas oportunidades de investimento e promoção da actividade industrial na província de Inhambane.

            Durante a sua visita a Inhambane, que hoje termina, visitou campos agrícolas, interagiu com produtores e técnicos extensionistas e, no final, lançou um repto para a população incrementar os níveis de produção. “Só produzindo podemos vencer a crise económica”, argumentou.RIQUEZA DO PAÍS

             

            DEVE SER PARA MOÇAMBICANOS

            Em diversas ocasiões populares de Inhambane queixaram-se da petroquímica SASOL aludindo que explora o gás natural moçambicano sem, entretanto, investir em nada no quadro da responsabilidade social corporativa.

            “Desde 2003 que tira gás e o povo não beneficia de nada”, denunciaram.

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