2018: desafiante MAS encorajador!

Falta pouco para o virar da página de mais um ano que nos deixa com lições para reflexão profunda, seja com calculadora na mão ou com os dedos das mãos e dos pés. O tempo é de fazer contas e desejar que no próximo ano sejamos mais felizes, ainda que já saibamos que os 12 meses que vêm serão desafiantes para uma nação desportista que há muito se conhece a sua resiliência.

O ano que termina foi de muitos “soluços”, mas há que sublinhar as vitórias conquistadas a vários níveis, desde o gabinete do Ministro Alberto Nkutumula (já sentimos saudades) aos diferentes recintos que acolheram jogos de futebol, basquetebol, boxe ou corridas.

Não fosse o desacerto com a baliza do Madagáscar ou a excessiva confiança de Victor no seu jogo de pés, provavelmente estaríamos a fazer as nossas contas para o CHAN do próximo ano e Abel Xavier há muito teria renovado o contrato sem esperar o horário tardio típico dos moçambicanos.

Viramos um ano que a selecção feminina de basquetebol voltou a dizer a África e ao mundo que está bem viva e se não fosse o horário tardio da federação para a sua preparação, provavelmente no Mali a música teria sido mais consentânea com a dimensão do nosso basquetebol do que o quarto lugar.

Custódio Mugabe
This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.
Pub